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quinta-feira, 10 de março de 2011

À DESCOBERTA DO AMOR...


Ensaia um sorriso

e oferece-o a quem não teve nenhum.

Agarra um raio de sol

e desprende-o onde houver noite.

Descobre uma nascente

e nela limpa quem vive na lama.

Toma uma lágrima

e pousa-a em quem nunca chorou.

Ganha coragem

e dá-a a quem não sabe lutar.

Inventa a vida

e conta-a a quem nada compreende.

Enche-te de esperança

e vive á sua luz.

Enriquece-te de bondade

e oferece-a a quem não sabe dar.

Vive com amor

e fá-lo conhecer ao Mundo.



Mahatma Gandhi

AMOR



"Vida


É o amor existencial.

Razão

É o amor que pondera.

Estudo

É o amor que analisa.

Ciência

É o amor que investiga.

Filosofia

É o amor que pensa.

Religião

É o amor que busca a Deus.

Verdade

É o amor que eterniza.

Ideal

É o amor que se eleva.

Fé

É o amor que transcende.

Esperança

É o amor que sonha.

Caridade

É o amor que auxilia.

Fraternidade

É o amor que se expande.

Sacrifício

É o amor que se esforça.

Renúncia

É o amor que depura.

Simpatia

É o amor que sorri.

Trabalho

É o amor que constrói.

Indiferença

É o amor que se esconde.

Desespero

É o amor que se desgoverna.

Paixão

É o amor que se desequilibra.

Ciúme

É o amor que se desvaira.

Orgulho

É o amor que enlouquece.

Sensualismo

É o amor que se envenena.

Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente."



Francisco Cândido Xavier

























































































quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A MEUS FILHOS


ANO NOVO, VIDA NOVA

Todo mundo sempre costuma repetir:
"Ano-novo, vida nova".
Mas até que ponto sabemos realmente medir o peso desta afirmação e a colocamos em prática?

Se no ano que passou,
você não conseguiu atingir suas metas,
concretizar sonhos, acumulou mágoas
e não superou desafios inesperados,
agora é a hora de abrir as janelas da mente e do coração para o futuro.

É importante captar mensagens externas e não esquecer de olhar para dentro de si porque o caminho para uma vida nova passa, impreterivelmente, por nosso universo interior.

A mutação de seu momento atual, enfim, depende exclusivamente de você. Depende do seu trabalho mental, em acreditar e realizar. Nada, nem ninguém poderá fazer isso por você.

A ajuda pode, sim, vir de fora, mas o impulso deve partir de você. Independentemente de sua situação atual.

Em primeiro lugar, questione com honestidade:

"Eu realmente quero mudar minha vida?"

Se a sua resposta for afirmativa, então é hora de mexer-se porque o ano-novo está aí.
Para que isto dê realmente certo, é necessário, antes de tudo, se permitir mudar.

O próximo passo é derrubar aquelas barreiras internas tão prejudiciais, como o preconceito consigo próprio, o medo, a inveja e o rancor.

E, não esqueça, o mundo ao seu redor apenas reflete o que você é.

Feliz Ano Novo!!!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A EDUCAÇÃO


Um dia desses lemos em um adesivo colado no vidro traseiro de um veículo a seguinte advertência: "minha educação depende da tua"!



Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educação para quem pensa dessa forma.



Ora, se nossa educação dependesse dos outros, certamente seria tão instável quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.



Ademais, se assim fosse, não formaríamos jamais o nosso caráter. Seríamos apenas o resultado do comportamento de terceiros. Refletiríamos como se fôssemos um espelho.



A educação é a arte de formar caracteres, e por conseguinte, é o conjunto de hábitos adquiridos. Assim sendo, como fica a nossa educação se refletir tão somente o comportamento dos outros como uma reação apenas?



O verdadeiro caráter é forjado na luta, na luta por dominar as más tendências, por não revidar uma ofensa, por retribuir o mal com o bem.



Um amigo tinha o costume de dizer: "bateu, levou!" Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava. Imediatamente ele se posicionou em contrário.



- É claro que eu não aprovo pessoas mal-educadas. Então questionamos outra vez:



- Se não os admira, porque você os imita?



Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu:



- É, de fato deveríamos imitar somente o que achamos bonito.



Dessa forma, a nossa educação não deve jamais depender da educação dos outros, menos ainda da falta de educação dos outros.



Todos os ensinamentos do Cristo, a quem a maioria de nós diz seguir, recomendam apresentar a outra face. Imaginemos se Jesus tivesse ensinado: "se alguém te bater numa face, esmurra-lhe a outra", ou então "faz aos outros tudo aquilo que não desejas que te façam". Nós certamente não O aceitaríamos como modelo a ser seguido.



Assim sendo, lutemos por nos educar segundo os preceitos do Mestre de Nazaré, que diante dos momentos mais dolorosos de Sua vida manteve a calma e tolerou com grandeza todas as agressões sofridas.



Não nos espelhemos nos que não são modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso caráter com os exemplos nobres.



Quando tivermos que prestar contas às leis que regem a vida, não encontraremos desculpas para a nossa falta de educação, nem poderemos jogar a culpa nos outros, já que Deus nunca deixou a Terra sem bons exemplos de educação e dignidade.



* * *



Não adotemos os constumes comuns que nada tem de normais. O normal é cada um buscar a melhoria íntima com os recursos internos e externos que Deus oferece.



As rosas, mesmo com as raízes mergulhadas no estrume, se abrem para oferecer ao mundo o seu inconfundível perfume.



O sândalo, por ser uma árvore nobre, deixa suave fragrância impregnada no machado que lhe dilacera as fibras.



Assim, nós também podemos dar exemplos dignos de serem imitados











Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria ignorada e no cap. 54 do livro Depois da morte, de autoria de Léon Denis, ed. FEB.

domingo, 27 de junho de 2010

PSIU... BOM DIA... BOA TARDE... BOA NOITE



Quando você se levantou, pela manhã, eu já havia 
preparado o sol para aquecer o seu dia e o 
alimento para sua nutrição. Sim, eu providenciei 
tudo isto enquanto vigiava e guardava seu sono, 
a sua família e a sua casa. Esperei pelo seu 
"bom dia", mas você se esqueceu... 
Bem, você parecia ter tanta pressa que perdoei.
O sol apareceu, as flores deram seu perfume, 
a brisa da manhã o acompanhou, e você nem 
pensou que eu havia preparado tudo para você. 
Seus familiares sorriram, seus colegs o saudaram, 
você trabalhou, viajou, realizou negócios, 
alcançou vitórias, mas... você não percebeu 
que eu estava cooperando com você, e mais, 
teria ajudado se você tivesse me dado uma chance. 
Eu sei, você corre tanto... eu perdoei.
Você leu bastante, ouviu muita coisa, 
viu mais ainda e não teve tempo de ler e ouvir 
minha palavra.
Eu quis falar, mas você não parou para me ouvir.
Eu quis até acompanhá-lo, mas você nem 
pensou nesta possibilidade. Seus olhos, 
seus pensamentos, seus lábios seriam melhores. 
O mal seria menor e o bem seria muito maior 
em sua vida.
A chuva que caiu a tarde, foram minhas lágrimas 
por sua ingratidão, mas foram também, a minha 
bênção sobre a terra, para que não lhe falte 
o pão e a água. Você trabalhou, ganhou dinheiro, 
que não foi mais porque você não me deixou ajudar. 
Mais uma vez você se esqueceu, que eu desejo 
sua participação no meu reino com sua vida, 
seu tempo e seus talentos. Findou o seu dia. 
Você voltou para a casa. Mandei a lua e as estrelas 
tornarem a noite mais bonita para lembrar-lhe 
o meu amor por você. Certamente, agora, 
você vai dizer um "obrigado" e um "boa noite". 
Psiu... está me ouvindo? Já dormiu! Que pena! 
Boa noite... Durma bem... Eu fico velando por você...
JESUS

segunda-feira, 17 de maio de 2010

TEM PÃO VELHO?

Tem Pão Velho?

Vou contar um fato corriqueiro, que inesperadamente trouxe-me uma grande lição de vida.

Era um fim de tarde de sábado, eu estava molhando o jardim da minha casa, quando fui interpelada por um garotinho com pouco mais de 9 anos, dizendo:

-Dona, tem pão velho?

Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou desde criança.

Olhei para aquela criança tão nostálgica e perguntei:

-Onde você mora?

-Depois do zoológico.

-Bem longe, hein!

-É...mas eu tenho que pedir as coisas para comer.

-Você está na escola?

-Não. Minha mãe não pode comprar material.

-Seu pai mora com vocês?

-Ele sumiu.

E o papo prosseguiu,até que disse:

-Vou buscar o pão, serve pão novo?

-Não precisa não,a senhora já conversou comigo,isso é suficiente.

Esta resposta caiu em mim como um raio. Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e a falta de amor daquela criança,daquele menino de apenas 9 anos, já sem sonhos,sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitado de um papo,de uma conversa amiga.

Caros amigos, quantas lições podemos tirar desta resposta

"Não precisa não, a senhora já conversou comigo, isso é suficiente!"

Que poder mágico tem o gesto de falar e ouvir com amor!

Alguns anos já se passaram e continuam pedindo "pão velho"na minha casa e eu dando "pão novo",mas procurando antes compartilhar o pão das pequenas conversas, o pão dos gestos que acolhem e promovem.

Este Pão de Amor não fica velho, porque é fabricado no coração de quem acredita naquele que disse:

-" EU SOU O PÃO DA VIDA"

Ana Luzia Tocafundo

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Consertei o Mundo

Consertei o Mundo

Um cientista muito preocupado com os problemas do mundo passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios de melhorá-los.
Certo dia seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar.
Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do mundo. Estava ali o que procurava.
Recortou o mapa em vários pedaços e junto com um pedaço de fita adesiva entregou ao filho dizendo:
-Você gosta de quebra cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!
Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa.
Passados alguns minutos, ouviu o filho chamando-o calmamente.
À princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade conseguir recompor um mapa que jamais havia visto.
Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares.
Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?
-Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?
-Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel do jornal para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que eu lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo!!!

(Autor desconhecido)